sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Boa Menina




Corri para janela quando ouvi o carro parando na garagem,
rapidamente me coloquei no canto da parede, joelhos afastados, mãos no chão, cabeça baixa, cabelos soltos, calcinha de renda vermelha, e seu perfume preferido.
Ouvi ele subindo degrau a degrau, como quem degusta cada passo.
Meu coração palpitando, sim meu senhor está em casa.
Vem cauteloso em minha direção, para na minha frente, e me vejo no brilho de seus sapatos polidos.
Sinto o carinho de suas mãos pelos meus cabelos, e como uma gata me arqueio para mais um pouco.
Sai de perto de mim, caminhando docemente.
Volta descalço, prende a corrente em minha coleira que carrego orgulhosa com seu nome escrito nela. Noto a calça branca do pijama, que tanto gosto de ver ele usar, sei que foi para me agradar, sorrio sem olha-lo.
Me leva para junto da sua poltrona de leitura, vou engatinhando, rebolando, sei que ele adora, me dá um tapinha na bunda aprovando meu engatinhar.
Se senta, me põe ao seu lado.

Enrosco-me em suas pernas, e deito minha cabeça em suas coxas, ele afaga meus cabelos enquanto lê pra mim...

Alma das Rosas



Corri para janela quando ouvi o carro parando na garagem,
rapidamente me coloquei no canto da parede, joelhos afastados, mãos no chão, cabeça baixa, cabelos soltos, calcinha de renda vermelha, e seu perfume preferido.
Ouvi ele subindo degrau a degrau, como quem degusta cada passo.
Meu coração palpitando, sim meu senhor está em casa.
Vem cauteloso em minha direção, para na minha frente, e me vejo no brilho de seus sapatos polidos.
Sinto o carinho de suas mãos pelos meus cabelos, e como uma gata me arqueio para mais um pouco.
Sai de perto de mim, caminhando docemente.
Volta descalço, prende a corrente em minha coleira que carrego orgulhosa com seu nome escrito nela. Noto a calça branca do pijama, que tanto gosto de ver ele usar, sei que foi para me agradar, sorrio sem olha-lo.
Me leva para junto da sua poltrona de leitura, vou engatinhando, rebolando, sei que ele adora, me dá um tapinha na bunda aprovando meu engatinhar.
Se senta, me põe ao seu lado.

Enrosco-me em suas pernas, e deito minha cabeça em suas coxas, ele afaga meus cabelos enquanto lê pra mim... - See more at: http://venenosaalma.blogspot.com.br/2013/05/corri-para-janela-quando-ouvi-o-carro.html?zx=a9d7019ede14ae73#sthash.92B7RGzw.dpuf



Corri para janela quando ouvi o carro parando na garagem,
rapidamente me coloquei no canto da parede, joelhos afastados, mãos no chão, cabeça baixa, cabelos soltos, calcinha de renda vermelha, e seu perfume preferido.
Ouvi ele subindo degrau a degrau, como quem degusta cada passo.
Meu coração palpitando, sim meu senhor está em casa.
Vem cauteloso em minha direção, para na minha frente, e me vejo no brilho de seus sapatos polidos.
Sinto o carinho de suas mãos pelos meus cabelos, e como uma gata me arqueio para mais um pouco.
Sai de perto de mim, caminhando docemente.
Volta descalço, prende a corrente em minha coleira que carrego orgulhosa com seu nome escrito nela. Noto a calça branca do pijama, que tanto gosto de ver ele usar, sei que foi para me agradar, sorrio sem olha-lo.
Me leva para junto da sua poltrona de leitura, vou engatinhando, rebolando, sei que ele adora, me dá um tapinha na bunda aprovando meu engatinhar.
Se senta, me põe ao seu lado.

Enrosco-me em suas pernas, e deito minha cabeça em suas coxas, ele afaga meus cabelos enquanto lê pra mim... - See more at: http://venenosaalma.blogspot.com.br/2013/05/corri-para-janela-quando-ouvi-o-carro.html?zx=a9d7019ede14ae73#sthash.92B7RGzw.dpuf

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O Segredo da Esposinha


Olha o que vou contar aqui é segredo, mais confio em você amiga...
Bem você sabe que sou casada com o Marco, e isso faz bem 12 anos e não estamos mais com aquele interesse sexual mais um pelo outro, os elogios foram se modificando, tipo antes era você é minha delícia, minha gostosa mas hoje é você é uma ótima mãe, está cozinhando maravilhosamente querida... Não que eu não tenha nada a reclamar Alma, mais sentia falta do Marco me pegar como antes, dai até parece o diabinho espetando, você vem e me fala do André da faculdade que eu não via faz um tempão...
- Ah, Virginia não foi por mal é que o encontrei na Lapa e ele perguntou por você, afinal vamos combinar vocês pegavam fogo naqueles banheiros da faculdade... rs... Não resisti, falei sim que você trabalhava comigo só que saia mais cedo, mas o que houve?
- Bem, tipo ele tava lá em baixo no prédio ontem me esperando, dai quando sai dei de cara com ele, ainda sarado, lindo e aqueles olhos dele de cachorro que caiu da mudança, nossa... E ainda me cumprimentou perguntando " E ai como vai a minha gostosa " Sabe bem cafajeste, tudo que eu precisava ouvir pra me derreter, me ofereceu carona a qual aceitei prontamente, fomos conversando relembrando as épocas da faculdade e tudo mais, dai caímos nos assuntos das nossas trepadas fogosas no banheiro e de como era gostoso, paramos a duas quadras da minha casa, naquela rua sem saída e trocamos uns beijos, fomos nos beijando desesperadamente, peguei na vara dele que já estava dura, minha xoxota latejava de tesão, coloquei o pau dele pra fora e cai de boca, que saudade daquela pica negra enorme dele, ele ofegava, respirava fundo sentia que ia explodir de tesão, dai ele disse: Para Virgem se não vou esporrar na sua boca, então vem esporra esse leite na minha boca, fui passando a língua malvada na cabecinha da vara pulsante dele , e ele gozou nossa, como gozou... Marquei com ele uma saída melhor para semana que vem...
- É Virgem, você se divertiu hein...
- Isso não é nada Alma, quando desci do carro dele dei de cara com o Fábio, amigo do Marco meu marido. Percebi de cara, que ele viu alguma coisa pois fez uma cara de safado e me perguntou se eu queria companhia para chegar em casa, sem graça aceitei, o André fez a volta com o carro e foi em bora, dai você não vai acreditar o que aconteceu Alma...
- Espera Virgem, o patrão tá vindo pra cá vamos disfarçar daqui a pouco você me conta...
- Ok...

( Pausa... )
-Anda Virginia me conta rápido, antes que do Dr. Hugo volte...
- Então Alma, como te falei aceitei a companhia do Fábio, que veio com aquela conversa normal de como você está, como estão os meninos, normal, respondi que tudo bem, e que os garotos estavam passando as férias com minha cunhada, dai chegamos no meu prédio e ele me falou que estava com sede, o chamei para subir, normal nada de mais...
- Eu o conheço?
- Conhece, é um alto, professor de educação física, olhos claros, aloirado e cheiroso...
- Opa, cheiroso ? Pera ai, você não fez o que estou pensando...
- Pior que fiz amiga, ele subiu pra beber a água, chegando lá ele disse hoje é dia do Marco jogar bola lá na quadra né? Respondi que sim, e servi a água... dai ele me pegou pelo braço e disse, hum... Dona Virgínia, então é assim que você faz nas quartas, o meu amigo sai pra jogar bola, e você engole umas né safada... Daí quando ele me chamou de safada, arrepiei, a xoxota não comida ficou ouriçada e  latejando, fiquei louca de tesão e o agarrei, lasquei um beijo naquela boca carnuda, abri o zíper da calça dele e desesperada coloquei aquela pica pra fora, grossa, rosadinha, engoli tudo, chupava como louca, lambia as bolas dele, ele percebeu que eu adorei quando me chamou de safada, dai gritava, vai puta me chupa, engole piranha, engole tudo...
Me pegou pelo braço, me jogou no sofá, arrancou minha calcinha e começou me chupar, eu gemia, aquela língua quente lambendo meu clítoris, lambia meu cuzinho e minha buceta, enfiou os dedos no meu rabinho, fiquei louca, gozei, gozei como nunca, ele disse vem puta, vou te comer gostoso, e começou a meter na minha buceta, forte, com gosto, me preenchendo, nós gemíamos feito loucos, se alguém estivesse lá fora ouviria com certeza, ele puxava meu cabelo, batia na minha bunda, me xingava, eu ficava com mais tesão, dai ele disse, e esse cuzinho o André não come putinha? Deixa eu arregaçar ele heim...
Foi quando a campainha tocou, não tinha trancado a porta, e com meus gritos de tesão chamou a atenção da pessoa lá fora, que foi entrando, era o Fábio meu amigo da faculdade, que ficou boquiaberto me vendo de quatro sendo comida pelo André, que foi dizendo... Não parem por minha causa só vim trazer a sua bolsa que esqueceu no meu carro, mais já que estamos aqui por que não se divertir, Então o André disse vamos comer essa puta negão, ela tá cheia de tesão, o Fábio pôs a pica pra fora que já estava dura só de ver a cena, e comecei a chupa-lo, enquanto dava pro André foi maravilhoso...
- Espera Virgem telefone, é do banco, só um minuto...

( Pausa ... )
- Pronto Virgem acaba de me contar sua safadinha...
- Onde eu estava?
- Com um pau na buceta, e o outro na boca Virginia...
- Sim é verdade, então o André me comia rápido enquanto eu chupava aquela pica enorme do Fábio, que negão gostoso, ele enfiava o dedo no meu cuzinho eu ia ficando com mais tesão, dai pedi a eles para fazer DP, nunca tinha feito, e essa era minha oportunidade, afinal meu marido não ia nem querer pensar nessa ideia, dai o André sentou no sofá e eu fui por cima empinando a bundinha pro Fábio poder meter aquele caralho enorme no meu rabinho, afinal o negão sabe fazer gostoso, lubrificou minha bundinha e foi deslizando até meter tudinho, que tesão dois paus de uma só vez, eu gemia feito louca, eles iam me comendo mais rápido e profundo, o suor escorria, eles me batiam e me xingavam, eu ia ficando com mais tesão, Fábio tirou a pica do meu  rabinho e disse vamos trocar, se deitou no carpete e montei nele, a pica enorme comendo minha bucetinha ele lambia meus peitinhos, o André mandou eu empinar pra ele meter, nossa ele puxava meus cabelos e cavalgava na minha bunda, que loucura, quanto tesão, quando eles iam gozar, esporraram tudo na minha cara, fiquei com cara de puta realizada, tomamos um banho nós três, um lavando o outro, me sentia a rainha dos prazeres, dai me liguei na hora que meu marido já deveria estar chegando, eles foram em bora juntos, marcamos de nos falar-mos para combinar uma festinha depois, dai corri para cozinha pra preparar algo pro Marco meu marido, quando ele chegou me perguntou e ai como foi o dia? Respondi, normal querido, nada de mais vi seu amigo Fabio ele passou aqui pra beber água, e encontrei um amigo antigo da faculdade hoje, fora isso nada de mais...
Dai ele me disse, nossa querida o jantar está delicioso amor, sabia que você é um anjinho? 
- É sei bem o tipo de anjinho que você é Virginia, rs...
- Ah, Alma que isso? Toda esposinha tem seus segredinhos. Rs... 

(Fim... ou não?)


Alma das Rosas

sábado, 22 de novembro de 2014

Cachorro no Cio



Todo sábado é a mesma coisa, já não to mais aguentando.
Acordo cedo a semana inteira e sábado justamente o dia que tirava pra dormir mais um pouquinho o vizinho novo resolveu colocar o carro na rua pra lavar com o som ás alturas, ninguém merece, no de duas semanas atrás resolvi ignorar e cobri a cabeça com o travesseiro, o que não adiantou muito, no anterior acabei levantando e fui adiantar as coisas de casa, mas nesse agora se ele for colocar o som alto vou lá fora ver a cara desse palerma, pois nem sei que cara tem porque da minha janela só vejo a merda daquele carro vermelho. Dito e feito, esse filho da mãe vai ouvir poucas e boas de mim, som alto a 07:00 da manhã de sábado é muita sacanagem e ainda por cima tocando "Sexual Healing" - Marvin Gaye, isso é música pra lavar carro? Fui lá, descabelada, de short doll, cara amassada, sai desaforada no portão direto pro carro, andando firme procurando o babaca, dei de cara com um homem lindo de short, sem camisa, ombros largos olhos verdes, cabelos grisalhos barba por fazer e com a esponja na mão, que me disse - Oi, tá procurando alguém?
-Não é que... sabe é.... hã... é que meu cachorro, é meu cachorro fugiu, você não viu ele por ai?
-Não cachorro nenhum, como ele é?
(Como ele é sei lá, não tenho cachorro fiquei tremula, comecei a arrumar o cabelo e respondi)
- Ah deixa depois ele volta, rs...
- Eu pensei que você ia reclamar do som alto linda, ainda bem que não te incomodei com o som, rs...
-Que nada adoro Marvin Gaye, rs.... Bem deixa eu subir, sabe não costumo sair de short doll na rua...
-Adoro mulheres assim ao natural, você é linda se me permite dizer, rs...
(Nossa se ele gostou assim, imagina produzida)
Subi, corri pra me arrumar, afinal tinha que passar na frente dele produzida pra comprar pão e um cachorro pra fugir aos sábados. E assim foram os próximos sábados, arrumei o cachorro, pra fugir com hora marcada tipo as 7:15 expulsava o pobre que saia em disparada na rua, só pra ele pegar o danado pra mim. Tomei folego e o chamei para um café, que ele aceitou prontamente.
-Então você come o que? ( perguntei me insinuando...)
-Você... ( Respondeu ele mordendo os lábios)
Ele se aproximou de mim começou a beijar meu pescoço, mordeu minha orelha, fiquei arrepiada, tremula, o beijei forte, agarrei seus cabelos, ele me pegou no colo, me pôs em cima da mesa, tirou minha blusa começou a mamar meus seios, mordiscando de leve, fiquei exitadíssima, arrancou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a me chupar com vontade, gemi intensamente foi a chupada mais deliciosa que já tive, fui como louca pra cima dele, estava super curiosa pra ver aquele pau, tirei ele do short, grosso e enorme chupei gostoso como uma boa menina safada, olhando pra ele, fazendo carinha de menina levada. Ele  se sentou na cadeira, sentei naquele pau delicioso e cavalguei intensamente, estava molhada, e ele duro me invadindo com vontade. Me colocou de quatro, meteu gostosinho por trás, indo e vindo me puxando pelos cabelos, estávamos tão loucos, que eu gemiamos e gritávamos sem nos importar que eram 8 da manhã e que os vizinhos estariam na rua, o carro e a água jorrando lá fora. Gozamos deliciosamente. Foi quando uma voz no meu portão começou a gritar, Claudio, Claudio achei o cachorro da vizinha, saímos para ver quem era com a cara meio sem graça. Dai ele vira e diz, ah amor e onde ele estava? 
-Lá em casa querido, bem que você falou que ele era fujão. E você o que faz ai?
-Ah ela me chamou pra perguntar se eu poderia fazer uma casinha pra ele com porta, não é vizinha.
(Eu muito puta respondi)
-É vizinha, cachorro no cio não presta, rs...

Alma das Rosas

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Paixão


Abram as cortinas que eu cheguei!
Cheguei assim de forma brusca sem avisar que foi pra pegar de supetão e causar, afinal causar é meu sobrenome...
Virem pescoços, derramem os líquidos em seus preciosos copos pois sou aquela que chega, chegando!
Poderosa de salto agulha rebolando pela cidade, arrancando suspiros enquanto ouço o murmurinho falando de mim!
Sim sou ela, aquele e aquela que diz assim...
É aquele que não presta, então vai lá e se desespera que eu te dou uma mãozinha escada a baixo menina.
Sim não tem erro não, ou não me chamo PAIXÃO!

A garota dos nerds

      
Nunca tinha me sentido daquele jeito, estava envolvida naquele joguinho sujo do Gustavo e não tinha pra onde correr, ele tinha me visto saindo com o Professor de Direito da faculdade e sem menor pudor ele tinha a  intenção de me entregar ao meu noivo, e eu não podia perder o bom partido que havia conquistado, Cesar era uma pessoa adorável, mas convenhamos que era muito ruim de cama, mas nunca foi minha intenção trai-lo com ninguém, apenas me vi com notas super baixas e precisava dar um jeitinho pra não perder a bolsa conquistada com tanto sacrifício. Enfim, Gustavo me viu no carro com o professor e não tinha mais como consertar aquela merda toda sem ter que dar pra ele também, me encostou na cantina e me disse para ir ao estacionamento. Fui, afinal o Gustavo era um nerd bem bobinho e umas chupadinhas fariam ele gozar e me deixaria em paz, sabe aqueles bobalhões de óculos e que se vestem esquisitos com aqueles cabelos estranhos, bem assim era o Gustavo. Eu estava deslumbrante no meu tubinho preto, boca vermelha pra deixa-lo com o pau todo borrado de baton, uma lembrançinha minha pra ele ficar sonhando.
Fui até o estacionamento sorrateiramente e falando baixinho: - Guto, o Guto cadê você?
Do nada ele me sai de trás de um carro, cabelo despentiado, sem óculos, camisa aberta. Nossa nunca tinha reparado nele assim...
- Vem cá Fernanda, que eu vou te mostrar o que esse nerd palerma que você tanto esnoba sabe fazer...
Me jogou pra dentro do carro, e lá estavam os outros dois que andava com ele o Rodrigo e o Sávio, me senti possuida por três mãos passando pelo meu corpo, não era mais dona de mim, meus pensamentos embaralhados, e muito tesão tomavam conta do meu corpo. Guto pegou o carro e saimos do estacionamento da faculdade, fomos pra casa do Sávio, tudo escuro, descemos do carro... Sávio trouxe uma cervejas e disse dança e nós vamos te banhar com ela...
Fui me despindo e os meninos me molhando, a cerveja gelada caindo pelo meu corpo, passando entre meus seios e o Rodrigo mamando, fiquei louca de tesão, mandei eles mostrarem os paus e cai abocanhando os três, você se sente poderosa com três paus nas mãos, praticamente uma deusa, rs...
Depois me colocaram deitada na mesa e começaram a lamber minha buceta com cerveja, aquilo me deixou louca que gozei até as pernas tremerem, Guto tinha a maior pica e afundava na minha bucetinha rosada enquanto eu chupava os outros dois, eu estava louca dando para três homens nunca tinha pensado naquilo, eles iam se revezando até o Rodrigo dizer eu vou comer seu rabinho e o Guto sua boceta ao mesmo tempo, nunca tinha feito dupla penetração mas eles foram colocando devagarzinho até a dorzinha se transformar em uma loucura de tesão dai comecei a implorar acelerem vamos, me fodam, me fodam...
Eles iam trocando cada hora era um me comendo eu gemia como uma cachorra louca no cio, até que eles disseram que iriram gozar.
Fiquei de quatro como uma bela cadelinha em quanto esporravam na minha cara...
Uma delícia.
Bem depois deste dia, terminei com meu noivo, nunca mais precisei de ajuda com os professores e me tornei a garota dos nerds...

Alma das Rosas

terça-feira, 18 de novembro de 2014

VERME


Ah seu verme,
Estava claro que desafortunado tu eras,
Nada obediente  e nem eloquente com as palavras,
Ao invés de uma boa desculpa, me partilha uma porca e mal contada historinha que poderia ter sido projetada por um menino de idade escolar primária...
Caro verme, me deves submissão e deveras foste imprudente ao se dirigir com olhar piedoso.
Ao admitir sua porca falha, ganhou de mim a misericórdia e não lhe mandarei partir.
Porém suas nádegas ficarão mais surradas que eu mesma possa aguentar, pois merece de mim um corretivo justo!
Sentirás o cheiro do meu sexo próximo a sua boca sem poder com a língua tocar minha boceta que a esta altura estará molhada após ouvir suas súplicas ante a surra provocada, usarei teus sentidos e tua humilhação então só assim serás absolvido de tua pena.
E cuidarei de ti como menino desprotegido que és!

Alma das Rosas

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O professor

 
 
 
- Droga, eu e essa minha mania de deixar tudo pra última hora...
Parabéns Aline, eu e minhas confusões mesmo...
Bem fato é que tenho que entregar esse trabalho enorme da facul com prazo agora mais que estourado, só contratando alguém pra revisar mesmo...
Sorte minha que as meninas sempre me salvam nessa hora e tinham o telefone de um tal professor que fazia esse trabalhinho por fora, bem que seja a verdade elas compravam o trabalho pronto e o meu era apenas uma revisão...
Mas por ser num curto período de tempo o fulano me cobrou bem caro, mas fazer o que não é?
Afinal eu estou desesperadamente precisando...
Peguei o telefone do carinha com elas e adicionei no Zap...
A foto que ele coloca como perfil, os sapatos...
Perfeito, muito bem Aline agora é com você cace um par de sapatos marrons sociais em plena praça da Cinelândia!
Como se isso não me irritasse por demais as meninas apenas me descreveram ser um cara de meia idade moreno, simpático, de fala cativante e cara de tarado!
Cara de tarado, como assim gente?
Caçar um tarado de sapatos marrons na Cinelândia?
É Aline você está feitinha heim!
Bem sai do trabalho as 17:00 e ia para a frente do Amarelinho, com as mãos cheias de folhas e correndo afinal meu patrão tinha me segurado até as 17:10 e o cara podia se encher de esperar e cair fora.
Perguntei no Zap onde ele estava...
Prontamente me respondeu: - De frente ao Amarelinho e você?
E olhei em volta, vi um cara no carro com o telefone na mão... Bem, sapatos marrons e cara de tarado...
Perguntei se estava de carro e me respondeu que não, então não era aquele...
Perguntei o que vestia e ele descreveu-se, camisa social listrada e que era um cara velho sentado no banco em frente ao Amarelinho com o celular nas mãos...
Sempre fui ágil com o olhar e prontamente o avistei, rapidamente me sentei no banco que fazia a mesma linha de direção e aproveitei para uma brincadeirinha...
Respondi: - Já te vi!
Ele ficou confuso porque não apareci, se levantou e começou olhar em volta...
Achei aquilo tão excitante que continuei com a brincadeirinha, descrevendo toda a cena que o rodeava...
O carro de polícia, o rapaz que estava sentado ao lado dele, a mulher que acabara de passar tomando sorvete e quase esbarrou nele.
Me mandou por Zap, acho que meio divertido e indignado com a brincadeira onde você está?
E respondi mantendo ele alerta... Tá quente... Tá frio... Agora morno...
Quem não gosta de uma caçada de gato e rato?
E o professor era interessante, valia ver se tinha bom humor.
Claro que mantendo o clima no alto fui em sua direção com meu melhor sorriso...
Tinha um sorriso bonito daqueles que te deixam a vontade, e tinha apreciado a minha brincadeira infantil...
Gosto de caras que apreciam o bom humor.
Nos apresentamos e ele me beijou a face deixando a barba por fazer arranhar minha pele delicada me provocando um arrepio.
Hummmmmmmmm, pensei maldosamente esse professor é uma delicinha!
Mas tratei de me comportar e falar dos escritos que tinha levado a ele para a revisão, se tratava dos meus textos que serviriam para o meu trabalho de psicologia da faculdade mas também faria parte de meu futuro livro de contos eróticos que eu era louca para lançar um dia.
Ele me disse que ali na rua era meio barulhento para expor detalhes e me chamou para um café.
Fomos a uma cafeteria ali no centro, ele tinha um bom papo e parecia estar interessado nos textos que eu havia entregado a ele, ou pelo menos parecia...
Ou será que era do decote que ele não tirava os olhos?
Bem fato é que deixei as cópias com ele e fui para a casa...
O professor não me saia da cabeça e não resisti a tentação de puxar assunto pelo zap, aproveitando o papo que saia leve ele me leu uma poesia sensual e aquilo acendeu minha imaginação.
Retribui-lhe com as minhas poesias mais putas e as recitei com a voz mais aveludada e sexy!
A ponto do carinha me revelar seu estado de excitação!
Bem como as meninas me disseram, cara de tarado...KKKKkkkkkk....
Por mais incrível que possa parecer ele disse que já havia revisado meu trabalho e queria me devolver.
Hora marcada, eu estava lá!
Distraída mexendo no celular falando com as meninas, foi a minha vez de ficar sem palavras quando o professor de sapatos marrons parou a minha frente e levantei os olhos para encara-lo e me roubou um beijo ali em plena praça!
Não estava esperando aquela atitude, a qual me deixou arrepiada!
Me chamou para assistir uma palestra com ele, mas fui falando do horário que ficaria ruim para eu voltar...
Prontamente me ofereceu uma carona.
Bem, não tenho nada a perder então topei...
No auditório ele já se achegava e aproveitara para tocar minha mão e sussurrar ao meu pescoço, me deixando excitada e louca para descobrir como aquele homem seria na cama.
- Vamos vou te levar para a casa.
 A voz máscula ao meu ouvido como quem esnobava meus sinais de vamos a outro lugar, me deixava mais molhada.
Entrei no carro e seguimos pela Brasil, eu e a velocidade temos um caso sério de amor e ele ia bem rápido...
Num determinado ponto tudo parado, ele me aponta para algo lá fora e quando volto o rosto em sua direção ele me arranca um beijo que pude até ouvir meu gemido...
Solto o sinto, para fincar minhas unhas em seu pescoço enquanto ele dirige com apenas uma das mãos porque a outra invade meu sexo molhado e perfumado...
Entramos num motel que nem lembro o nome, mal conseguimos sair de dentro do carro em meios a beijos, suspiros e toques...
A força e a ferocidade de ambos era poesia e putaria para Simone de Beauvoir recitar num barzinho de quinta qualquer cercada por bêbados que nem lembrariam que ela esteve lá!
Ele me engolia os lábios, e arrancava minha blusa de botões que pude ouvir todos a tilintar pelo chão.
Mordia meu pescoço com a fome de um leão com sua presa fácil nas mãos...
Era experiente e sabia saciar uma mulher, me jogou sem  cerimônias na cama arrancando minha calcinha de renda branca e me chupando da forma mais maravilhosa que já desfrutei...
A língua e os dedos ágeis me fodiam arrancando meus gemidos e gozo mais intenso e eu sentia seu sorriso quando sugou todo o mel da minha buceta molhada...
E eu estava ainda de pernas bambas e tentando me achar, nunca tinha sido devorada daquela forma e gozado tão intensamente, mas ele não me permitiu reunir os pensamentos e logo já estava dentro de mim me fodendo tão profundo que eu me derretia a cada estocada voraz que ele me dava...
Tudo era tão incontrolável pra mim que mas conseguia perceber como fora que eu já estava em outra posição, agora de quatro sentia meu cabelo sendo puxado e um forte tapa na minha bunda me levando ao gozo despudorado onde xinguei um belo FILHA DA PUTA!
Me chamando a atenção, me jogou na cama e disse: - Meninas não deveriam falar palavrões, sabia? Vou te ensinar a não falar assim com um professor...
Me puxou da cama e logo estava de joelhos em sua frente e firmemente segurava meus cabelos e metia o pau com o gosto do meu gozo em minha boca, claro que aproveitei o momento para olhar para ele como quem chupa um pirulito lhe fazendo a minha cara de moleca levada e arrancando dele o gozo quente o qual fez questão de lambuzar os meus seios que tanto elogiou.

Alma das Rosas

domingo, 9 de novembro de 2014

A PUTA VOLTOU

 

A PUTA VOLTOU...
Foi assim que ela entrou novamente no puteiro,
Cambaleando, cabelos embaraçados, roupa escandalosa e meia calça desfiada...
Entrou aos berros com uma garrafa de bebida nas mãos.
A PUTA VOLTOU...
Gritando novamente para os que não puderam ouvi-la, gargalhando e passando as mãos no cabelo na tentativa de doma-los sem sucesso.
Alguns a olharam, algumas amigas de trabalho murmuraram e não satisfeita ela sobe em uma das mesas bambas do recinto, toma um gole da bebida amarga que desce quente e grita mais uma vez...
A PUTA VOLTOU !!!
E em meio aos espanto de alguns, indiferença de outros e murmurinhos das ex e atual amigas de profissão ela puxa os aplausos para si mesma, e levantando a garrafa como troféu por cima de sua cabeça derrama o líquido perfumado de álcool e se banha...
Sorrindo e chorando liberta-se do amor dedicado a um ex cliente que a trocou por uma outra, sem brilho, sem emoção, e sem paixão...