sábado, 20 de dezembro de 2014

Relatos de uma babá



Ah, perigosa e faceira sempre fui atrevidinha, nunca deixei de dar ponto sem nó.
Tinha 18 anos e precisava arrumar uma graninha extra pra comprar um vestidinho pro fim de semana...
Bem, então resolvi trabalhar de babá para um casal de vizinhos que moravam no final da rua.
Fui comportadinha com fitinha no cabelo e tudo mais, pois precisava agradar a Dna Valéria e o Sr. Arthur.
Gente chegando lá combinamos o valor do dia e o que Jr. podia e não podia fazer, que horas dormir e tudo mais...
Me recomendaram ele é terrível, cuidado para ele não cair da escada... Saíram...
Cuidei do Jr.,
Brinquei com ele e as 10:00 e o coloquei para dormir em sua cama.
Resolvi assistir TV até eles voltarem que deveria ser lá pra 01:00 Hs da manhã, e adormeci no sofá...
De repente ouvi a voz dos dois chegando, falando meio embolados e rindo alto, deviam ter bebido além da conta.
Resolvi fingir que ainda estava dormindo e ouvir o que falavam, prestando a atenção escutei...
- Nossa querida essa babazinha é gostosinha não acha?
- Hum, Arthur conheço esse olhar você quer comer ela?
- E você não?
- Será que ela topa em cuidar da gente também?
Ouvindo aquilo tudo, tive medo e levantei depressa.
- Olha gente o Jr. tá dormindo lá em cima, jantou e brincou. Preciso ir...
- Espera querida, venha até o nosso quarto pra eu pegar seu dinheiro. Disse Dna Valéria.
Como foi ela quem falou fui no quarto atrás dela, foi quando ela me perguntou:
- Você não tem vontade de saber como é chupar uma mulher não?
Claro que tinha, toda mulher tem mesmo as que não admitem...
Eu realmente não esperava aquilo, e balbuciei alguma coisa que nem lembro... Fiquei ali congelada e sem reação...
Ela foi tirando a roupa, tinha um corpo dourado e lindo era loira, alta, pernas longas, deitou-se na cama, e suavemente abriu as pernas me oferecendo a bocetinha rosada.
Eu fiquei molhada só de olhar, nunca tinha feito aquilo estava sem graça e meio assustada.
Me aproximei com cautela para falar que era um equívoco, que estava ali pelo trabalho mas ela se mostrava sedutora e parecia que não me ouvia.
Ela me pegou pelo braço e me beijou, eu fui me excitando com os carinhos dela...
Me arrastou pra cama me beijando e me tocando, tudo acontecia muito rápido eu não conseguia nem pensar direito só me lembro dela me guiando até sua boceta molhada de desejo, e a chupei como eu gostaria que me chupassem, eu lambia, sugava e metia meus dedos nela.
Ela deu uns gemidinhos que chamou a atenção do Sr. Arthur na sala, estava num frenesi tamanho que não me importei quando notei que ele me observava se masturbando enquanto eu a chupava.
A situação inesperada me deixou louca de tesão, ele começou a me masturbar...
Eu estava de quatro ele afastou minha calcinha e começou a lamber meu cuzinho...
Fiquei louca com aquela putaria toda, ela gemia, eu gemia...
Metia os dedos no meu cuzinho e me chupava...
Foi quando ele colocou o pau grosso no meu cuzinho e começou a me comer
Quanto mais ele me comia mais eu a chupava!
Metia os dedos em seu cuzinho eu chupava sua boceta, ela gritava louca de tesão...
O cheiro de sexo naquele quarto deixava o ambiente mais gostoso, gozei como a vadia mais puta do universo!
Ela puxava meus cabelos, esfregava a boceta na minha cara, e gritava então babá esta gostoso? Heim?
Eu respondia: -Tá sim madame
Foi quando o Sr. Arthur disse vou gozar, ficamos as duas de joelhos esperando aquele leite quentinho saindo daquela poderosa vara...
Engulimos tudinho, o que escorreu uma lambia na outra...
Tomamos uma ducha juntos, ainda nos tocando e fodemos mais uma vez só que agora no banheiro...
Me pagaram e me levaram em casa.
Não os vi a semana toda, queria mais, ficaria com o Jr. até de graça!
Mas depois fiquei sabendo que eles haviam se mudado...  

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O Canalhão que tinha muito a oferecer...



- O que tanto você ri e olha pra este celular Letícia?
- Ah, Alma é um fã que arrumei, e ele me manda uns SMS picantes, olha só !
ele: hoje tive que entrar no face pra te ver
eu: cuidado! se ficar apaixonado fudeu!
ele: aah deu vontade de ..
eu: tá, eu deixo entrar pra olhar as fotos...
ele: ta brincando? ta falando do face?
eu: hahaha! é sério, pô!
ele: você tem é que arranjar um tempo pra nós. 
To louco pra te comer, naquele dia você me deixou doido, fui pra casa como?
eu: que isso, menino?
Ele: então. to afim demais de fazer um sexo gostoso com você. 
Vejo as suas fotos e fico imaginando em que posição te colocar, faz docinho não, sei que me quer...
Eu: wooow! Bom, melhor eu me concentrar no meu trabalho !
Ele: Para um pouquinho, tenta imaginar algo. 
Quem sabe assim não decide me ver logo pra eu te pegar gostoso? Não aguento mais... 
Só de imaginar como seria chupar seu peito e sua bucetinha rosada, fico em riste!
- Olha isso Alma !
- Tipo o carinha tá super afim, e tô vendo que você também está. Tudo certo que ele faz o tipo canalhão, mas até ai...
- É pois é, também estou super afim. 
Acho que vou marcar com ele hoje e me divertir...
- Sim depois me conta!
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( No outro dia no escritório )
..............................................................
- Amiga, nem te conto... Fui no encontro com o Marquinhos...
- E então ?
- Cheguei no restaurante que combinamos, pedimos um vinho e uma massa, ele ficava passando os pés por baixo da mesa nas minhas pernas me deixando excitadíssima.
Dai entendi porque ele reservou uma mesa tão discreta e de pouco acesso...
A comida veio, o vinho entregue e ele fazendo caras e bocas pra mim.
Perguntou se poderia me fazer um pedido, fiquei meio sem saber o que responder mas aceitei, dai ele me disse: 
- Vai no banheiro e tira a calcinha...
Fiquei meio desnorteada com a proposta mas aceitei.
Eu estava com aquele vestidinho preto rodadinho, levantei fui ao banheiro, tirei a calcinha e coloquei na bolsa.
Voltei a mesa e ele sorria safado pra mim, olhou a volta o restaurante estava com pouco movimento lá atrás, mas com muito lá na parte de fora ao ar livre.
Então ele se aproveitou para entrar em baixo da mesa.
Fiquei assustada, nunca tinha feito aquilo, ele afastou minhas pernas e começou a me chupar...
Minha adrenalina foi a mil, eu estava apavorada de alguém ver, mas as lambidinhas profanas dele ia me enchendo de tesão...
E eu não estava mais conseguindo mais me segurar, algumas pessoas passavam pela mesa e olhavam eu mordendo os lábios sem entender minha expressão que deveria ser muito estranha pra quem passa, rs... 
Ele começou a meter dois dedos enquanto me chupava, o tesão crescia e eu gozei ali, no restaurante deliciosamente...
Acho que até gemi, mas era tão intenso que não pedi para que ele parasse.
Ele saiu debaixo da mesa, sentou-se a minha frente com aquele ar canalha e passou as costas da mão na boca.
Nem acabamos a refeição pedimos a conta e saímos para o motel, eu estava louca de tesão por ele depois dessa loucura toda! Escolhemos um bem perto do restaurante mesmo e fomos pra lá... Entramos aos beijos esfomeados, nos pegando ainda na subida da escada, abrimos a porta até mesmo sem olhar...
Ele arrancou meu vestido que nem senti sair do meu corpo, chupava meus seios com força e mordia meu pescoço.
Me jogou na cama, e entrou nas minhas pernas com aquela língua mágica!
O tesão era enorme, gozei gemendo desta vez alto pois estava livre de todos os olhares
- Me sentei pronta para chupar o pau dele, mas fiquei meio decepcionada ao ver aquele mini pau ali pra mim, 
Porém estava duro e latejante. 
Cai de boca, ele suspirava louco de tesão. 
Me pegou com força, e metia como louco na minha bocetinha... Fiquei de quatro e ele puxava meus cabelos, metendo e metendo. Depois trocamos para a poltrona, nossa que loucura aquela poltrona safada, altas posições!
Ele esporrou o leite quente no meu corpo.
É... ele se esforçou bastante com o mini pauzinho que ele tinha a me oferecer, o pior é que ele me fez aquela clássica pergunta: 
- E ai foi bom pra você? 
Sorri maliciosamente, deixando-o com a resposta que ele precisava no momento.
Tomei um banho delicioso e ele ficou no quarto, colocou uma música.
E quando voltei me encarou assustado pois me viu arrumada e pegando a minha bolsa e me perguntou: 
- Ué não vai ficar mais? 
E como minha mãe sempre me disse, filha a verdade é sempre melhor que a mentira. 
- Ah não baby, você chupa muito bem mas pra meter é fraquinho, fraquinho. 
Até mais...
Deixei ele com cara de tacho no quarto, puto pra caralho. 
Muita propaganda mas o serviço era mediano.
- Nossa Lê, pelo menos você tirou a limpa né?
- Sim amiga, e o taradinho ainda continua me chamando pra sair pedindo outra chance, mas se eu quisesse só oral arrumava uma namorada, rs...


Alma das Rosas

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Boa Menina




Corri para janela quando ouvi o carro parando na garagem,
rapidamente me coloquei no canto da parede, joelhos afastados, mãos no chão, cabeça baixa, cabelos soltos, calcinha de renda vermelha, e seu perfume preferido.
Ouvi ele subindo degrau a degrau, como quem degusta cada passo.
Meu coração palpitando, sim meu senhor está em casa.
Vem cauteloso em minha direção, para na minha frente, e me vejo no brilho de seus sapatos polidos.
Sinto o carinho de suas mãos pelos meus cabelos, e como uma gata me arqueio para mais um pouco.
Sai de perto de mim, caminhando docemente.
Volta descalço, prende a corrente em minha coleira que carrego orgulhosa com seu nome escrito nela. Noto a calça branca do pijama, que tanto gosto de ver ele usar, sei que foi para me agradar, sorrio sem olha-lo.
Me leva para junto da sua poltrona de leitura, vou engatinhando, rebolando, sei que ele adora, me dá um tapinha na bunda aprovando meu engatinhar.
Se senta, me põe ao seu lado.

Enrosco-me em suas pernas, e deito minha cabeça em suas coxas, ele afaga meus cabelos enquanto lê pra mim...

Alma das Rosas



Corri para janela quando ouvi o carro parando na garagem,
rapidamente me coloquei no canto da parede, joelhos afastados, mãos no chão, cabeça baixa, cabelos soltos, calcinha de renda vermelha, e seu perfume preferido.
Ouvi ele subindo degrau a degrau, como quem degusta cada passo.
Meu coração palpitando, sim meu senhor está em casa.
Vem cauteloso em minha direção, para na minha frente, e me vejo no brilho de seus sapatos polidos.
Sinto o carinho de suas mãos pelos meus cabelos, e como uma gata me arqueio para mais um pouco.
Sai de perto de mim, caminhando docemente.
Volta descalço, prende a corrente em minha coleira que carrego orgulhosa com seu nome escrito nela. Noto a calça branca do pijama, que tanto gosto de ver ele usar, sei que foi para me agradar, sorrio sem olha-lo.
Me leva para junto da sua poltrona de leitura, vou engatinhando, rebolando, sei que ele adora, me dá um tapinha na bunda aprovando meu engatinhar.
Se senta, me põe ao seu lado.

Enrosco-me em suas pernas, e deito minha cabeça em suas coxas, ele afaga meus cabelos enquanto lê pra mim... - See more at: http://venenosaalma.blogspot.com.br/2013/05/corri-para-janela-quando-ouvi-o-carro.html?zx=a9d7019ede14ae73#sthash.92B7RGzw.dpuf



Corri para janela quando ouvi o carro parando na garagem,
rapidamente me coloquei no canto da parede, joelhos afastados, mãos no chão, cabeça baixa, cabelos soltos, calcinha de renda vermelha, e seu perfume preferido.
Ouvi ele subindo degrau a degrau, como quem degusta cada passo.
Meu coração palpitando, sim meu senhor está em casa.
Vem cauteloso em minha direção, para na minha frente, e me vejo no brilho de seus sapatos polidos.
Sinto o carinho de suas mãos pelos meus cabelos, e como uma gata me arqueio para mais um pouco.
Sai de perto de mim, caminhando docemente.
Volta descalço, prende a corrente em minha coleira que carrego orgulhosa com seu nome escrito nela. Noto a calça branca do pijama, que tanto gosto de ver ele usar, sei que foi para me agradar, sorrio sem olha-lo.
Me leva para junto da sua poltrona de leitura, vou engatinhando, rebolando, sei que ele adora, me dá um tapinha na bunda aprovando meu engatinhar.
Se senta, me põe ao seu lado.

Enrosco-me em suas pernas, e deito minha cabeça em suas coxas, ele afaga meus cabelos enquanto lê pra mim... - See more at: http://venenosaalma.blogspot.com.br/2013/05/corri-para-janela-quando-ouvi-o-carro.html?zx=a9d7019ede14ae73#sthash.92B7RGzw.dpuf

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O Segredo da Esposinha


Olha o que vou contar aqui é segredo, mais confio em você amiga...
Bem você sabe que sou casada com o Marco, e isso faz bem 12 anos e não estamos mais com aquele interesse sexual mais um pelo outro, os elogios foram se modificando, tipo antes era você é minha delícia, minha gostosa mas hoje é você é uma ótima mãe, está cozinhando maravilhosamente querida... Não que eu não tenha nada a reclamar Alma, mais sentia falta do Marco me pegar como antes, dai até parece o diabinho espetando, você vem e me fala do André da faculdade que eu não via faz um tempão...
- Ah, Virginia não foi por mal é que o encontrei na Lapa e ele perguntou por você, afinal vamos combinar vocês pegavam fogo naqueles banheiros da faculdade... rs... Não resisti, falei sim que você trabalhava comigo só que saia mais cedo, mas o que houve?
- Bem, tipo ele tava lá em baixo no prédio ontem me esperando, dai quando sai dei de cara com ele, ainda sarado, lindo e aqueles olhos dele de cachorro que caiu da mudança, nossa... E ainda me cumprimentou perguntando " E ai como vai a minha gostosa " Sabe bem cafajeste, tudo que eu precisava ouvir pra me derreter, me ofereceu carona a qual aceitei prontamente, fomos conversando relembrando as épocas da faculdade e tudo mais, dai caímos nos assuntos das nossas trepadas fogosas no banheiro e de como era gostoso, paramos a duas quadras da minha casa, naquela rua sem saída e trocamos uns beijos, fomos nos beijando desesperadamente, peguei na vara dele que já estava dura, minha xoxota latejava de tesão, coloquei o pau dele pra fora e cai de boca, que saudade daquela pica negra enorme dele, ele ofegava, respirava fundo sentia que ia explodir de tesão, dai ele disse: Para Virgem se não vou esporrar na sua boca, então vem esporra esse leite na minha boca, fui passando a língua malvada na cabecinha da vara pulsante dele , e ele gozou nossa, como gozou... Marquei com ele uma saída melhor para semana que vem...
- É Virgem, você se divertiu hein...
- Isso não é nada Alma, quando desci do carro dele dei de cara com o Fábio, amigo do Marco meu marido. Percebi de cara, que ele viu alguma coisa pois fez uma cara de safado e me perguntou se eu queria companhia para chegar em casa, sem graça aceitei, o André fez a volta com o carro e foi em bora, dai você não vai acreditar o que aconteceu Alma...
- Espera Virgem, o patrão tá vindo pra cá vamos disfarçar daqui a pouco você me conta...
- Ok...

( Pausa... )
-Anda Virginia me conta rápido, antes que do Dr. Hugo volte...
- Então Alma, como te falei aceitei a companhia do Fábio, que veio com aquela conversa normal de como você está, como estão os meninos, normal, respondi que tudo bem, e que os garotos estavam passando as férias com minha cunhada, dai chegamos no meu prédio e ele me falou que estava com sede, o chamei para subir, normal nada de mais...
- Eu o conheço?
- Conhece, é um alto, professor de educação física, olhos claros, aloirado e cheiroso...
- Opa, cheiroso ? Pera ai, você não fez o que estou pensando...
- Pior que fiz amiga, ele subiu pra beber a água, chegando lá ele disse hoje é dia do Marco jogar bola lá na quadra né? Respondi que sim, e servi a água... dai ele me pegou pelo braço e disse, hum... Dona Virgínia, então é assim que você faz nas quartas, o meu amigo sai pra jogar bola, e você engole umas né safada... Daí quando ele me chamou de safada, arrepiei, a xoxota não comida ficou ouriçada e  latejando, fiquei louca de tesão e o agarrei, lasquei um beijo naquela boca carnuda, abri o zíper da calça dele e desesperada coloquei aquela pica pra fora, grossa, rosadinha, engoli tudo, chupava como louca, lambia as bolas dele, ele percebeu que eu adorei quando me chamou de safada, dai gritava, vai puta me chupa, engole piranha, engole tudo...
Me pegou pelo braço, me jogou no sofá, arrancou minha calcinha e começou me chupar, eu gemia, aquela língua quente lambendo meu clítoris, lambia meu cuzinho e minha buceta, enfiou os dedos no meu rabinho, fiquei louca, gozei, gozei como nunca, ele disse vem puta, vou te comer gostoso, e começou a meter na minha buceta, forte, com gosto, me preenchendo, nós gemíamos feito loucos, se alguém estivesse lá fora ouviria com certeza, ele puxava meu cabelo, batia na minha bunda, me xingava, eu ficava com mais tesão, dai ele disse, e esse cuzinho o André não come putinha? Deixa eu arregaçar ele heim...
Foi quando a campainha tocou, não tinha trancado a porta, e com meus gritos de tesão chamou a atenção da pessoa lá fora, que foi entrando, era o Fábio meu amigo da faculdade, que ficou boquiaberto me vendo de quatro sendo comida pelo André, que foi dizendo... Não parem por minha causa só vim trazer a sua bolsa que esqueceu no meu carro, mais já que estamos aqui por que não se divertir, Então o André disse vamos comer essa puta negão, ela tá cheia de tesão, o Fábio pôs a pica pra fora que já estava dura só de ver a cena, e comecei a chupa-lo, enquanto dava pro André foi maravilhoso...
- Espera Virgem telefone, é do banco, só um minuto...

( Pausa ... )
- Pronto Virgem acaba de me contar sua safadinha...
- Onde eu estava?
- Com um pau na buceta, e o outro na boca Virginia...
- Sim é verdade, então o André me comia rápido enquanto eu chupava aquela pica enorme do Fábio, que negão gostoso, ele enfiava o dedo no meu cuzinho eu ia ficando com mais tesão, dai pedi a eles para fazer DP, nunca tinha feito, e essa era minha oportunidade, afinal meu marido não ia nem querer pensar nessa ideia, dai o André sentou no sofá e eu fui por cima empinando a bundinha pro Fábio poder meter aquele caralho enorme no meu rabinho, afinal o negão sabe fazer gostoso, lubrificou minha bundinha e foi deslizando até meter tudinho, que tesão dois paus de uma só vez, eu gemia feito louca, eles iam me comendo mais rápido e profundo, o suor escorria, eles me batiam e me xingavam, eu ia ficando com mais tesão, Fábio tirou a pica do meu  rabinho e disse vamos trocar, se deitou no carpete e montei nele, a pica enorme comendo minha bucetinha ele lambia meus peitinhos, o André mandou eu empinar pra ele meter, nossa ele puxava meus cabelos e cavalgava na minha bunda, que loucura, quanto tesão, quando eles iam gozar, esporraram tudo na minha cara, fiquei com cara de puta realizada, tomamos um banho nós três, um lavando o outro, me sentia a rainha dos prazeres, dai me liguei na hora que meu marido já deveria estar chegando, eles foram em bora juntos, marcamos de nos falar-mos para combinar uma festinha depois, dai corri para cozinha pra preparar algo pro Marco meu marido, quando ele chegou me perguntou e ai como foi o dia? Respondi, normal querido, nada de mais vi seu amigo Fabio ele passou aqui pra beber água, e encontrei um amigo antigo da faculdade hoje, fora isso nada de mais...
Dai ele me disse, nossa querida o jantar está delicioso amor, sabia que você é um anjinho? 
- É sei bem o tipo de anjinho que você é Virginia, rs...
- Ah, Alma que isso? Toda esposinha tem seus segredinhos. Rs... 

(Fim... ou não?)


Alma das Rosas

sábado, 22 de novembro de 2014

Cachorro no Cio



Todo sábado é a mesma coisa, já não to mais aguentando.
Acordo cedo a semana inteira e sábado justamente o dia que tirava pra dormir mais um pouquinho o vizinho novo resolveu colocar o carro na rua pra lavar com o som ás alturas, ninguém merece, no de duas semanas atrás resolvi ignorar e cobri a cabeça com o travesseiro, o que não adiantou muito, no anterior acabei levantando e fui adiantar as coisas de casa, mas nesse agora se ele for colocar o som alto vou lá fora ver a cara desse palerma, pois nem sei que cara tem porque da minha janela só vejo a merda daquele carro vermelho. Dito e feito, esse filho da mãe vai ouvir poucas e boas de mim, som alto a 07:00 da manhã de sábado é muita sacanagem e ainda por cima tocando "Sexual Healing" - Marvin Gaye, isso é música pra lavar carro? Fui lá, descabelada, de short doll, cara amassada, sai desaforada no portão direto pro carro, andando firme procurando o babaca, dei de cara com um homem lindo de short, sem camisa, ombros largos olhos verdes, cabelos grisalhos barba por fazer e com a esponja na mão, que me disse - Oi, tá procurando alguém?
-Não é que... sabe é.... hã... é que meu cachorro, é meu cachorro fugiu, você não viu ele por ai?
-Não cachorro nenhum, como ele é?
(Como ele é sei lá, não tenho cachorro fiquei tremula, comecei a arrumar o cabelo e respondi)
- Ah deixa depois ele volta, rs...
- Eu pensei que você ia reclamar do som alto linda, ainda bem que não te incomodei com o som, rs...
-Que nada adoro Marvin Gaye, rs.... Bem deixa eu subir, sabe não costumo sair de short doll na rua...
-Adoro mulheres assim ao natural, você é linda se me permite dizer, rs...
(Nossa se ele gostou assim, imagina produzida)
Subi, corri pra me arrumar, afinal tinha que passar na frente dele produzida pra comprar pão e um cachorro pra fugir aos sábados. E assim foram os próximos sábados, arrumei o cachorro, pra fugir com hora marcada tipo as 7:15 expulsava o pobre que saia em disparada na rua, só pra ele pegar o danado pra mim. Tomei folego e o chamei para um café, que ele aceitou prontamente.
-Então você come o que? ( perguntei me insinuando...)
-Você... ( Respondeu ele mordendo os lábios)
Ele se aproximou de mim começou a beijar meu pescoço, mordeu minha orelha, fiquei arrepiada, tremula, o beijei forte, agarrei seus cabelos, ele me pegou no colo, me pôs em cima da mesa, tirou minha blusa começou a mamar meus seios, mordiscando de leve, fiquei exitadíssima, arrancou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a me chupar com vontade, gemi intensamente foi a chupada mais deliciosa que já tive, fui como louca pra cima dele, estava super curiosa pra ver aquele pau, tirei ele do short, grosso e enorme chupei gostoso como uma boa menina safada, olhando pra ele, fazendo carinha de menina levada. Ele  se sentou na cadeira, sentei naquele pau delicioso e cavalguei intensamente, estava molhada, e ele duro me invadindo com vontade. Me colocou de quatro, meteu gostosinho por trás, indo e vindo me puxando pelos cabelos, estávamos tão loucos, que eu gemiamos e gritávamos sem nos importar que eram 8 da manhã e que os vizinhos estariam na rua, o carro e a água jorrando lá fora. Gozamos deliciosamente. Foi quando uma voz no meu portão começou a gritar, Claudio, Claudio achei o cachorro da vizinha, saímos para ver quem era com a cara meio sem graça. Dai ele vira e diz, ah amor e onde ele estava? 
-Lá em casa querido, bem que você falou que ele era fujão. E você o que faz ai?
-Ah ela me chamou pra perguntar se eu poderia fazer uma casinha pra ele com porta, não é vizinha.
(Eu muito puta respondi)
-É vizinha, cachorro no cio não presta, rs...

Alma das Rosas

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Paixão


Abram as cortinas que eu cheguei!
Cheguei assim de forma brusca sem avisar que foi pra pegar de supetão e causar, afinal causar é meu sobrenome...
Virem pescoços, derramem os líquidos em seus preciosos copos pois sou aquela que chega, chegando!
Poderosa de salto agulha rebolando pela cidade, arrancando suspiros enquanto ouço o murmurinho falando de mim!
Sim sou ela, aquele e aquela que diz assim...
É aquele que não presta, então vai lá e se desespera que eu te dou uma mãozinha escada a baixo menina.
Sim não tem erro não, ou não me chamo PAIXÃO!

A garota dos nerds

      
Nunca tinha me sentido daquele jeito, estava envolvida naquele joguinho sujo do Gustavo e não tinha pra onde correr, ele tinha me visto saindo com o Professor de Direito da faculdade e sem menor pudor ele tinha a  intenção de me entregar ao meu noivo, e eu não podia perder o bom partido que havia conquistado, Cesar era uma pessoa adorável, mas convenhamos que era muito ruim de cama, mas nunca foi minha intenção trai-lo com ninguém, apenas me vi com notas super baixas e precisava dar um jeitinho pra não perder a bolsa conquistada com tanto sacrifício. Enfim, Gustavo me viu no carro com o professor e não tinha mais como consertar aquela merda toda sem ter que dar pra ele também, me encostou na cantina e me disse para ir ao estacionamento. Fui, afinal o Gustavo era um nerd bem bobinho e umas chupadinhas fariam ele gozar e me deixaria em paz, sabe aqueles bobalhões de óculos e que se vestem esquisitos com aqueles cabelos estranhos, bem assim era o Gustavo. Eu estava deslumbrante no meu tubinho preto, boca vermelha pra deixa-lo com o pau todo borrado de baton, uma lembrançinha minha pra ele ficar sonhando.
Fui até o estacionamento sorrateiramente e falando baixinho: - Guto, o Guto cadê você?
Do nada ele me sai de trás de um carro, cabelo despentiado, sem óculos, camisa aberta. Nossa nunca tinha reparado nele assim...
- Vem cá Fernanda, que eu vou te mostrar o que esse nerd palerma que você tanto esnoba sabe fazer...
Me jogou pra dentro do carro, e lá estavam os outros dois que andava com ele o Rodrigo e o Sávio, me senti possuida por três mãos passando pelo meu corpo, não era mais dona de mim, meus pensamentos embaralhados, e muito tesão tomavam conta do meu corpo. Guto pegou o carro e saimos do estacionamento da faculdade, fomos pra casa do Sávio, tudo escuro, descemos do carro... Sávio trouxe uma cervejas e disse dança e nós vamos te banhar com ela...
Fui me despindo e os meninos me molhando, a cerveja gelada caindo pelo meu corpo, passando entre meus seios e o Rodrigo mamando, fiquei louca de tesão, mandei eles mostrarem os paus e cai abocanhando os três, você se sente poderosa com três paus nas mãos, praticamente uma deusa, rs...
Depois me colocaram deitada na mesa e começaram a lamber minha buceta com cerveja, aquilo me deixou louca que gozei até as pernas tremerem, Guto tinha a maior pica e afundava na minha bucetinha rosada enquanto eu chupava os outros dois, eu estava louca dando para três homens nunca tinha pensado naquilo, eles iam se revezando até o Rodrigo dizer eu vou comer seu rabinho e o Guto sua boceta ao mesmo tempo, nunca tinha feito dupla penetração mas eles foram colocando devagarzinho até a dorzinha se transformar em uma loucura de tesão dai comecei a implorar acelerem vamos, me fodam, me fodam...
Eles iam trocando cada hora era um me comendo eu gemia como uma cachorra louca no cio, até que eles disseram que iriram gozar.
Fiquei de quatro como uma bela cadelinha em quanto esporravam na minha cara...
Uma delícia.
Bem depois deste dia, terminei com meu noivo, nunca mais precisei de ajuda com os professores e me tornei a garota dos nerds...

Alma das Rosas

terça-feira, 18 de novembro de 2014

VERME


Ah seu verme,
Estava claro que desafortunado tu eras,
Nada obediente  e nem eloquente com as palavras,
Ao invés de uma boa desculpa, me partilha uma porca e mal contada historinha que poderia ter sido projetada por um menino de idade escolar primária...
Caro verme, me deves submissão e deveras foste imprudente ao se dirigir com olhar piedoso.
Ao admitir sua porca falha, ganhou de mim a misericórdia e não lhe mandarei partir.
Porém suas nádegas ficarão mais surradas que eu mesma possa aguentar, pois merece de mim um corretivo justo!
Sentirás o cheiro do meu sexo próximo a sua boca sem poder com a língua tocar minha boceta que a esta altura estará molhada após ouvir suas súplicas ante a surra provocada, usarei teus sentidos e tua humilhação então só assim serás absolvido de tua pena.
E cuidarei de ti como menino desprotegido que és!

Alma das Rosas

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O professor

 
 
 
- Droga, eu e essa minha mania de deixar tudo pra última hora...
Parabéns Aline, eu e minhas confusões mesmo...
Bem fato é que tenho que entregar esse trabalho enorme da facul com prazo agora mais que estourado, só contratando alguém pra revisar mesmo...
Sorte minha que as meninas sempre me salvam nessa hora e tinham o telefone de um tal professor que fazia esse trabalhinho por fora, bem que seja a verdade elas compravam o trabalho pronto e o meu era apenas uma revisão...
Mas por ser num curto período de tempo o fulano me cobrou bem caro, mas fazer o que não é?
Afinal eu estou desesperadamente precisando...
Peguei o telefone do carinha com elas e adicionei no Zap...
A foto que ele coloca como perfil, os sapatos...
Perfeito, muito bem Aline agora é com você cace um par de sapatos marrons sociais em plena praça da Cinelândia!
Como se isso não me irritasse por demais as meninas apenas me descreveram ser um cara de meia idade moreno, simpático, de fala cativante e cara de tarado!
Cara de tarado, como assim gente?
Caçar um tarado de sapatos marrons na Cinelândia?
É Aline você está feitinha heim!
Bem sai do trabalho as 17:00 e ia para a frente do Amarelinho, com as mãos cheias de folhas e correndo afinal meu patrão tinha me segurado até as 17:10 e o cara podia se encher de esperar e cair fora.
Perguntei no Zap onde ele estava...
Prontamente me respondeu: - De frente ao Amarelinho e você?
E olhei em volta, vi um cara no carro com o telefone na mão... Bem, sapatos marrons e cara de tarado...
Perguntei se estava de carro e me respondeu que não, então não era aquele...
Perguntei o que vestia e ele descreveu-se, camisa social listrada e que era um cara velho sentado no banco em frente ao Amarelinho com o celular nas mãos...
Sempre fui ágil com o olhar e prontamente o avistei, rapidamente me sentei no banco que fazia a mesma linha de direção e aproveitei para uma brincadeirinha...
Respondi: - Já te vi!
Ele ficou confuso porque não apareci, se levantou e começou olhar em volta...
Achei aquilo tão excitante que continuei com a brincadeirinha, descrevendo toda a cena que o rodeava...
O carro de polícia, o rapaz que estava sentado ao lado dele, a mulher que acabara de passar tomando sorvete e quase esbarrou nele.
Me mandou por Zap, acho que meio divertido e indignado com a brincadeira onde você está?
E respondi mantendo ele alerta... Tá quente... Tá frio... Agora morno...
Quem não gosta de uma caçada de gato e rato?
E o professor era interessante, valia ver se tinha bom humor.
Claro que mantendo o clima no alto fui em sua direção com meu melhor sorriso...
Tinha um sorriso bonito daqueles que te deixam a vontade, e tinha apreciado a minha brincadeira infantil...
Gosto de caras que apreciam o bom humor.
Nos apresentamos e ele me beijou a face deixando a barba por fazer arranhar minha pele delicada me provocando um arrepio.
Hummmmmmmmm, pensei maldosamente esse professor é uma delicinha!
Mas tratei de me comportar e falar dos escritos que tinha levado a ele para a revisão, se tratava dos meus textos que serviriam para o meu trabalho de psicologia da faculdade mas também faria parte de meu futuro livro de contos eróticos que eu era louca para lançar um dia.
Ele me disse que ali na rua era meio barulhento para expor detalhes e me chamou para um café.
Fomos a uma cafeteria ali no centro, ele tinha um bom papo e parecia estar interessado nos textos que eu havia entregado a ele, ou pelo menos parecia...
Ou será que era do decote que ele não tirava os olhos?
Bem fato é que deixei as cópias com ele e fui para a casa...
O professor não me saia da cabeça e não resisti a tentação de puxar assunto pelo zap, aproveitando o papo que saia leve ele me leu uma poesia sensual e aquilo acendeu minha imaginação.
Retribui-lhe com as minhas poesias mais putas e as recitei com a voz mais aveludada e sexy!
A ponto do carinha me revelar seu estado de excitação!
Bem como as meninas me disseram, cara de tarado...KKKKkkkkkk....
Por mais incrível que possa parecer ele disse que já havia revisado meu trabalho e queria me devolver.
Hora marcada, eu estava lá!
Distraída mexendo no celular falando com as meninas, foi a minha vez de ficar sem palavras quando o professor de sapatos marrons parou a minha frente e levantei os olhos para encara-lo e me roubou um beijo ali em plena praça!
Não estava esperando aquela atitude, a qual me deixou arrepiada!
Me chamou para assistir uma palestra com ele, mas fui falando do horário que ficaria ruim para eu voltar...
Prontamente me ofereceu uma carona.
Bem, não tenho nada a perder então topei...
No auditório ele já se achegava e aproveitara para tocar minha mão e sussurrar ao meu pescoço, me deixando excitada e louca para descobrir como aquele homem seria na cama.
- Vamos vou te levar para a casa.
 A voz máscula ao meu ouvido como quem esnobava meus sinais de vamos a outro lugar, me deixava mais molhada.
Entrei no carro e seguimos pela Brasil, eu e a velocidade temos um caso sério de amor e ele ia bem rápido...
Num determinado ponto tudo parado, ele me aponta para algo lá fora e quando volto o rosto em sua direção ele me arranca um beijo que pude até ouvir meu gemido...
Solto o sinto, para fincar minhas unhas em seu pescoço enquanto ele dirige com apenas uma das mãos porque a outra invade meu sexo molhado e perfumado...
Entramos num motel que nem lembro o nome, mal conseguimos sair de dentro do carro em meios a beijos, suspiros e toques...
A força e a ferocidade de ambos era poesia e putaria para Simone de Beauvoir recitar num barzinho de quinta qualquer cercada por bêbados que nem lembrariam que ela esteve lá!
Ele me engolia os lábios, e arrancava minha blusa de botões que pude ouvir todos a tilintar pelo chão.
Mordia meu pescoço com a fome de um leão com sua presa fácil nas mãos...
Era experiente e sabia saciar uma mulher, me jogou sem  cerimônias na cama arrancando minha calcinha de renda branca e me chupando da forma mais maravilhosa que já desfrutei...
A língua e os dedos ágeis me fodiam arrancando meus gemidos e gozo mais intenso e eu sentia seu sorriso quando sugou todo o mel da minha buceta molhada...
E eu estava ainda de pernas bambas e tentando me achar, nunca tinha sido devorada daquela forma e gozado tão intensamente, mas ele não me permitiu reunir os pensamentos e logo já estava dentro de mim me fodendo tão profundo que eu me derretia a cada estocada voraz que ele me dava...
Tudo era tão incontrolável pra mim que mas conseguia perceber como fora que eu já estava em outra posição, agora de quatro sentia meu cabelo sendo puxado e um forte tapa na minha bunda me levando ao gozo despudorado onde xinguei um belo FILHA DA PUTA!
Me chamando a atenção, me jogou na cama e disse: - Meninas não deveriam falar palavrões, sabia? Vou te ensinar a não falar assim com um professor...
Me puxou da cama e logo estava de joelhos em sua frente e firmemente segurava meus cabelos e metia o pau com o gosto do meu gozo em minha boca, claro que aproveitei o momento para olhar para ele como quem chupa um pirulito lhe fazendo a minha cara de moleca levada e arrancando dele o gozo quente o qual fez questão de lambuzar os meus seios que tanto elogiou.

Alma das Rosas

domingo, 9 de novembro de 2014

A PUTA VOLTOU

 

A PUTA VOLTOU...
Foi assim que ela entrou novamente no puteiro,
Cambaleando, cabelos embaraçados, roupa escandalosa e meia calça desfiada...
Entrou aos berros com uma garrafa de bebida nas mãos.
A PUTA VOLTOU...
Gritando novamente para os que não puderam ouvi-la, gargalhando e passando as mãos no cabelo na tentativa de doma-los sem sucesso.
Alguns a olharam, algumas amigas de trabalho murmuraram e não satisfeita ela sobe em uma das mesas bambas do recinto, toma um gole da bebida amarga que desce quente e grita mais uma vez...
A PUTA VOLTOU !!!
E em meio aos espanto de alguns, indiferença de outros e murmurinhos das ex e atual amigas de profissão ela puxa os aplausos para si mesma, e levantando a garrafa como troféu por cima de sua cabeça derrama o líquido perfumado de álcool e se banha...
Sorrindo e chorando liberta-se do amor dedicado a um ex cliente que a trocou por uma outra, sem brilho, sem emoção, e sem paixão...



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Putinha barata


Putinha barata? Acho que não...

Bem verdade seja dita, a ultima coisa que eu precisava era que os subentendidos dos outros virassem formas fofas de me chamarem de PUTA de uma forma gentil e bonitinha...
Ah essa sociedade lixo, onde quando um homem troca o casamento de séculos por uma virginal "mocinha" é a coisa mais natural do mundo e quando é ao contrário aquela PUTA não pensa na família.
Claro que o "Aquela PUTA", só é dito bem longe de você afinal há decoro comportamental ainda prevalecendo!
Mas a putinha aqui tá pouco se importando com os ditos e os não ditos desta sociedade cristã que nutre uma preferencia angelical e sagrada onde a puta desgarrada é sempre o sexo feminino.
Afinal todo homem tem sua necessidade de pulada de cerca e temos que entender não é mesmo?
E depois que você se transforma em algo que não quer e nem nunca quis pra estar ao lado da poesia que você se julga rima e vê que ela foi escrita em rolo de papel higiênico e se dá conta que merece estar rimando em sedaria pura, você é a rima barata dos becos de quinta pixada em muros de concreto batido por pedreiros bêbados e frustrados que sonharam um dia terem sidos médicos ou advogados!
Mas caso seja explicado apenas deixei de beber cantina da serra e agora tomo Henri Jayer Richebourg Grand Cru em taça de cristal nobre meus caros.
Posso até ser puta, porém uma putinha bem cara!


PURITANAS

Qual é o problema em gostar de sexo?
Nenhum certo?
Errado, você pode até gostar moça mas deve se comportar e mentir para seu corpo e mente dizendo que faz isso ou aquilo por obrigação, afinal você é uma mulher recatada ora essa!!!!!
Sinto muito em lhe informar que sou mulher sim, porém nem um pouquinho recatada!
Eu gosto de sexo, de transar, trepar, virar os olhinhos como se dizem por ai e não vejo nenhum problema nisso...
É pois bem, viva ou morra com essa informação mas sou quente e não morna como a maioria resolve ser no dia a dia.
Quanto as más línguas, dou pouca atenção a elas.
Afinal invejinha de puritanas, bate no biquinho do meu sapato salto agulha nº 35 e lustra minha superioridade!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Me derreta de prazer


Essa minha alma canalha
Que não consegue se conter
Ah, essa minha índole safada
Que sempre quer prazer...
Tento me conter
Mais o que posso fazer?
Só de te olhar
Imagino eu e você
Que quero que me dê
Que me faça derreter
Ah, esse seu olhar
Que por mim parece penetrar
Me enlouqueço só de imaginar
As loucuras que poderíamos realizar
Não quero mais me conter
Irei agarrar você
Me deixe louca
Me derreta de prazer!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Marina e o Poeta

Hoje tenho um conto delicioso para vocês meus queridos leitores, deliciem-se...



Marina menina boba que adorava ficar na net conversando com qualquer rapaz que lhe oferecesse um pouco de atenção, mas nunca teve coragem de ir ao encontro de nenhum, pois tinha medo de tantos casos mal sucedidos apresentados nos programas de televisão e rádio dizendo coisas terríveis do tipo. Bem numa noite conversando com um Sr. se sentiu a vontade para lhe confiar seus segredos mais íntimos e seus sonhos mais profanos tendo em vista que não se tratava de nenhum menino de sua idade e sim de um homem mais velho que era casado e morava em outro estado, e jamais o veria pessoalmente, bem assim pensava a pobre Marina sem perceber que o carnaval se aproximava trocou fotos em posições ousadas, contou suas peripécias na cama, posições, e até um vídeo caseiro dela chupando um consolo, e além Marina disse que iria passar o carnaval na Sapucaí, já havia comprado seu ingresso e disse o setor e o lugar onde estaria para o seu mais novo amigo o qual ela nem mesmo o nome sabia, apenas o conhecia como O POETA, pois era assim que ele se intitulava... Chegando o carnaval, Marina foi curtir o desfile na Sapucaí com o grupinho de amigas da sua faculdade, com o passar da hora, Marina deu uma descida para comprar algo para comer, foi sozinha e percebeu que estava sendo seguida por um senhor de cabelos brancos mas não deu importância pois lá todo mundo acaba indo na mesma direção as lanchonetes, foi quando o sr. a  agarrou pelo braço e disse: - Lembra-se de mim Marina? Promessa é divida minha cara, estou aqui e quero te ter em gozo e versos...
Marina se assustou e disse - Quem é você?
- Sou aquele que vai levar-te ao gozo que nunca sentiu minha princesinha... ( passando as mãos nos peitinhos de Marina que logo se eriçaram  com o carinho das mãos daquele estranho )
Ele a pegou firme pelo braço e a levou para um canto atrás das arquibancadas numas  daquelas frestas, colocou o pau pra fora, era enorme e viril, a pôs de joelhos, nunca nenhum homem tinha pego Marina com tamanho poder e ela não se conteve, pôs se de joelhos e começou a chupa-lo como nunca tivesse visto um pau antes, lambia a cabecinha passando o piercing o deixando  louco de tesão, ele apoiou uma das pernas de Marina numa pedra e começou a come-la encostada na parede, seu pau vigoroso a ia penetrando o som dos batuques na passarela ia deixando mais louca ela podia gritar, e gemer de paixão  e loucura estava sendo comida por um estranho, mais não se importava estava possuída pelos demônios que se soltam no carnaval...
Marina gemia alto e quanto mais ele metia nela, a colocou de quatro cuspiu no seu cuzinho e enfiou contudo, Marina foi a loucura pois havia confidenciado ao poeta que o que ela mais gostava era de ser penetrada vigorosamente por trás, e ele lhe presenteou estocando o pau em sua bundinha arrebitada, gozaram intensamente, Marina de pernas bambas disse nossa, desculpa mais qual é seu nome?
Carinhosamente afagando seus cabelos o poeta lhe respondeu:
- Apenas me chame de poeta de seus sonhos delirantes

Nota da autora: " Jamais confunda ao escrito com o escritor... "

AMIZADE - Por João Ubaldo Ribeiro




Essa história de que não se pode misturar amizade com sexo é uma maluquice, é precisamente o contrário, meu Deus do céu. 
É porque as pessoas envolvem o sexo em tanta merda, mesquinharias, ciúmes, despeitos, inseguranças, disse-me-disse, suspeitas, afirmações de ego, tanta, tanta merda!
Que fazer sexo com amigo às vezes acaba prejudicando a amizade. 
Não se oferece merda aos amigos, atentar nisso, os amigos são muito importantes.
(…) Indecente é comer pessoas que não seriam nossas amigas. Isso só se admite em raríssimos casos, como, por exemplo para satisfazer uma perversãozinha.


João Ubaldo Ribeiro

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CASTIGO! (BDSM)

ELA ME OLHAVA TÃO DOCEMENTE QUÃO CRIANÇA QUE ACABARA DE FAZER UMA ARTE,
AH, MELISSA O QUE EU FAÇO COM VOCÊ?
QUANTAS VEZES JÁ LHE DISSE QUE AO PASSAR POR MIM NA RUA JAMAIS ME COBICE COM TEUS OLHOS COR DE AVELÃ?
SABES BEM QUE NÃO DEVE ME ATRAIR OLHARES E NEM ME DESEJAR PERANTE AO PÚBLICO. 
E ENTÃO ME DIGAS O QUE FAÇO COM VOCÊ?
- Ouvi-lo gritando comigo me enchia como uma onda o âmago do meu estômago, sabia que havia desobedecido ao Senhor G.
Senhor ponto G, isso me arrepia só de pensar...
Sei que havia e provocado sua ira.
Porém sabia também que acabara de lhe chamar a atenção para mim. E eu precisava disso...
Duas semanas sem poder sentir seu perfume e seu peso sobre minhas coxas era terrível.
Sei que ele está de férias do trabalho e fica difícil tirá-lo do seu mundo baunilha de esposo e pai de família dedicado.
Que deveria ser grata pelo belo colar e as passagens de férias em um hotel próximo ao que ele está hospedado com a família.
É mais que uma bela recompensa poder caminhar, fazer compras, ir aos mesmos restaurantes que ele vai em sua vidinha preta e branca.
Mas o desejo que corre em meu sangue pelo peso de sua mão me faz insana.
E agora está aqui no meu quarto de hotel...
Berra e esbraveja comigo como se fosse uma menina desobediente.
Sim, me mandou me vestir de colegial para espera-lo.
Na portaria logo depois de ter passado por ele, o seguido ao shopping, ido as mesmas lojas visto o mesmo filme no cinema e almoçado na mesa à frente a de sua família, o porteiro me brinda com um envelope.
Dentro a mensagem.

MEL,
O QUE LHE ENSINEI SOBRE COMO TRABALHAR SEU DESEJO?
MENINA DESOBEDIENTE,
CRIANÇA VADIA...
ESTEJA COMO MENINA ÁS 19:00.
SE COMPORTA COMO UMA COLEGIAL EM FRENTE À TURMA, MOSTRANDO AOS AMIGOS QUE ESTÁ SAINDO COM O PROFESSOR.
ESTAREI AI PARA LHE APLICAR UM BOM CORRETIVO.

Máster G

- Ele me manda olhá-lo e posso ver sua expressão de ira e os olhos verdes avermelhados de repreensão pelos meus atos impensados.
Caminha de um lado para o outro no quarto com o copo de uísque nas mãos... (Ah... delícia ouvir o som de seus sapatos e quase um recital para os meus ouvidos.)
Suas expressões de ira por meu mau comportamento faz meu sexo molhar na calcinha branca.
Coloca o copo na cabeceira, vem até a mim me puxando para encara-lo.
Oh..., obrigada por esse momento Senhor...
Sentir o hálito alcoólico que sai de sua boca e poder enamorar suas rugas de canto de olhos e seus cabelos grisalhos com perfume de amêndoas é mais do que achei que mereceria.
Suas mãos me apertam forte o braço, marcando seus dedos em meu braço.
Por um instante me solta e vai até o celular e o acopla ao som do quarto, e a música inunda todo o lugar...

Recoil - Breath Control

Caminha em minha direção deixando meus sentidos perdidos se misturando ao som do ambiente.
Fecho os olhos para receber a fita que ele cola em meus olhos...
Não o vejo, apenas a audição me é companheira...
Ouço rasgar um tecido.
Como o único sentido que tenho é a audição, deduzo ser sua camisa de seda branca.
Com força puxa meus braços para trás e empurra até que eu me encontre com a parede, sussurrando ao meu ouvido me diz... BAD GRIL!
Meus pulsos são amarrados com força pelo delicado tecido fino...

Vira-me de frente e me oferta o gosto do seu beijo e o peso da sua mão no tapa seguido a troca de saliva
Agora o gosto do sangue me alimenta.
E sua voz inunda o quarto com sua pergunta:

- QUEM É A GAROTA MÁ?
- eu sou a garota má... 
- QUEM É A GAROTA MÁ?
- eu sou a garota má.
- QUEM É A GAROTA MÁ?
- eu sou a garota má.
- QUEM É A GAROTA MÁ?
- eu sou a garota má..
- QUEM É A MINHA GAROTA MÁ?
- eu sou a sua garota má...

E sou erguida em seus braços e jogada na cama com a bunda pra cima.
Seus dedos entram em meu cú me fodendo rápido e forte, e neste momento me inundo de um tesão incontrolável que por mais que resista não consigo não gemer.
Ele me interrompe me puxando para seu colo e recebo chineladas como se fosse uma menina malcriada.
O peso do chinelo ardido em minhas nádegas várias e várias vezes...
Me joga no chão, me manda ajoelhar e abrir a boca.
O gosto do seu pênis me invade os sentidos.
E sou grata, tanto que suplico friccionando desesperada e ele me interrompe segurando-me pelos cabelos me dando uma surra de pica em minha cara!
Ah que bandido...
Ele me segura pelo pescoço, forçando eu engolir seu pau até me faltar o fôlego...
E quando me sinto sufocada e perdendo os sentidos, sou acordada com tapas na minha cara e sorrio de canto de boca para que saiba que gostei.
Me solta abruptamente e não sei para onde foi...
Estou ajoelhada no piso frio do quarto e a música inunda minha corrente sanguínea.
O som do cinto retirado da calça e a gargalhada gutural e sinistra que ele dá no quarto me esfria o estômago.
Não vejo por mais que tente abrir os olhos, apenas ouço sons que não consigo identificar.
Sou erguida.
G me pega pela cintura e me roça a barba no pescoço e morde minha orelha, e no mesmo instante abre minha blusa com um puxão fazendo todos os botões se espalharem.
Arranca-me o sutiã e puxa meus mamilos os deixando pontudos, penso que ele vai usar os pregadores, mas é a cera da vela que cai sobre meus seios queimando e ardendo a pele sensível.
G está em seu momento insano de êxtase e me amarra uma espécie de corda entre a seda que me prende os pulsos e sou erguida não podendo mais pisar no chão, e ele me gira...
Sinto-me tonta e os açoites com o cinto começam a me marcar o corpo.
Ele conta após cada cintada.
A música ainda não acabou ou se acabou está repetindo sem parar como num mantra eterno.
Eu gemo com alto quando o cinto me marca a carne.
E quando já não tenho mais a conta, ele me solta de onde estou erguida e caio no chão.
Ele me toma em seus braços me coloca na cama delicadamente.
Me desamarra os pulsos.
Puxa de uma vez a fita que mantém meus olhos fechados, e pegando meu rosto com as duas mãos passa o lenço cheiroso no canto da minha boca onde um filete de sangue escorre onde ele bateu.
Com a voz suave me diz:

- Pronto, pronto tenho certeza que entendeu o castigo e isso não vai mais se repetir...

Me deita na cama e beija marca por marca delicadamente.
Nossos olhos se encontram e amorosamente afasta minhas pernas e me fode lentamente como se fosse um menino virginal.
Urra e goza dentro do meu sexo desmaiando todo seu peso sobre mim...
E agora o embalo entre os seios como uma criança que se perdeu dos pais.

Alma das Rosas